Mais de cem milhões de brasileiros, ou seja, 58% da população, acessam a internet. Isso significa que muito provavelmente o público do seu projeto ou das ações da sua entidade está conectada. Se é na periferia das grandes cidades, a internet já está lá. Se é no interior dos estados distantes dos grandes centros, nem sempre há conexão de qualidade, mas as pessoas estão ligadas no Wi-Fi.

E se for aldeias indígenas e reservas extrativistas? É comum haver internet, ao menos nas escolas dessas localidades. A mesma coisa acontece em muitos assentamentos rurais. E mesmo quando não há localmente, as pessoas transitam, vão até a cidade mais próxima para compras ou por questões de saúde. Há jovens que estudam fora, adultos que trabalham fora da comunidade, representantes de associações ou sindicatos que viajam para reuniões etc.

Você mesmo só está lendo este post porque acessou a internet. E é este o principal motivo que sua entidade precisa dela: é um dos meios mais acessíveis para encontrar serviços, produtos, divulgar ideias, patrocinadores, doadores, ampliar contatos, demonstrar transparência e credibilidade para seu público, beneficiários, a imprensa e a sociedade como um todo.

Uma das primeiras dúvidas que se tem é: o que é estar na internet? O sentido é muito amplo, podendo ser desde ter um cadastro em algum banco de dados online, como o Banco de Práticas Alternativas da Associação Brasileira de Ongs – Abong. Ou ter uma página com informações em um portal de articulação de economia solidária, Cirandas. Mas, grosso modo, vamos estabelecer que estar na internet é ter um site ou blog e estar em uma ou mais redes sociais.

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